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sábado, 7 de novembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
o arquipélago da insônia
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"se a gente quer escrever livros, tem que esperar o silêncio", diz esse senhor que acabo de conhecer.
"se a gente quer escrever livros, tem que esperar o silêncio", diz esse senhor que acabo de conhecer.
dei um google nele >> António Lobo Antunes começou a utilizar o material psíquico que tinha marcado toda uma geração: os enredos das crises conjugais, as contradições revolucionárias de uma burguesia empolgada ou agredida, os traumas profundos das guerras e o regresso dos colonizadores à pátria primitiva. António Lobo é hoje um dos escritores portugueses mais lidos, vendidos e traduzidos em todo o mundo.
- Memória de Elefante (1979)
- Os Cus de Judas (1979)
- A Explicação dos Pássaros (1981)
- Conhecimento do Inferno (1981)
- Fado Alexandrino (1983)
- Auto dos Danados (1985)
- As Naus (1988)
- Tratado das Paixões da Alma (1990)
- A Ordem Natural das Coisas (1992)
- A Morte de Carlos Gardel (1994)
- Crónicas (1995)
- Manual dos Inquisidores (1996)
- O Esplendor de Portugal (1997)
- Livro de Crónicas (1998)
- Olhares 1951-1998 (1999) (co-autoria de Eduardo Gageiro)
- Exortação aos Crocodilos (1999)
- Não Entres Tão Depressa Nessa Noite Escura (2000)
- Que farei quando tudo arde? (2001)
- Segundo Livro de Crónicas (2002)
- Letrinhas das Cantigas (edição limitada, 2002)
- Boa Tarde às Coisas Aqui em Baixo (2003)
- Eu Hei-de Amar Uma Pedra (2004)
- História do Hidroavião (conto, reedição 2005)
- D'este viver aqui neste papel descripto: cartas de guerra ("Cartas da Guerra", 2005)
- Terceiro Livro de Crónicas (2006)
- Ontem Não Te Vi Em Babilónia (2006)
- O Meu Nome é Legião (2007)
- O Arquipélago da Insónia (2008)
- Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra no Mar? (2009)
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assistam este vídeo e se apaixonem como eu...
assistam este vídeo e se apaixonem como eu...
vou comprar algum livro dele amanhã.
algo me diz que amanhã vai chover; e adoro ir comprar livros de guarda-chuva.
um beijo.
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quarta-feira, 8 de julho de 2009
arte primordial
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(...) na realidade, isso é o que fazemos todos, reordenar e reinventar constantemente nosso passado, a narração de nossa biografia. Alguns crêem que a música é a arte mais básica e que, desde o princípio dos tempos e a primeira caverna habitada pelo ser humano, houve uma criatura que bateu palmas ou golpeou duas pedras uma contra a outra para criar ritmo. Mas estou convencida de que a arte primordial é a arte narrativa, porque, para poder ser, nós humanos temos previamente de contar. A identidade não é mais que o relato que nós nos fazemos de nós mesmos."
Trecho do livro A Filha do Canibal, da espanhola Rosa Montero.
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(...) na realidade, isso é o que fazemos todos, reordenar e reinventar constantemente nosso passado, a narração de nossa biografia. Alguns crêem que a música é a arte mais básica e que, desde o princípio dos tempos e a primeira caverna habitada pelo ser humano, houve uma criatura que bateu palmas ou golpeou duas pedras uma contra a outra para criar ritmo. Mas estou convencida de que a arte primordial é a arte narrativa, porque, para poder ser, nós humanos temos previamente de contar. A identidade não é mais que o relato que nós nos fazemos de nós mesmos."
Trecho do livro A Filha do Canibal, da espanhola Rosa Montero.
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