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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

o arquipélago da insônia

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"se a gente quer escrever livros, tem que esperar o silêncio", diz esse senhor que acabo de conhecer. 


dei um google nele >> António Lobo Antunes começou a utilizar o material psíquico que tinha marcado toda uma geração: os enredos das crises conjugais, as contradições revolucionárias de uma burguesia empolgada ou agredida, os traumas profundos das guerras e o regresso dos colonizadores à pátria primitiva. António Lobo é hoje um dos escritores portugueses mais lidos, vendidos e traduzidos em todo o mundo.   


Abaixo, livros de sua autoria (que colher de chá, hein, todos estão aqui - hehehe):


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assistam este vídeo e se apaixonem como eu...
vou comprar algum livro dele amanhã. 
algo me diz que amanhã vai chover; e adoro ir comprar livros de guarda-chuva.


um beijo. 



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quarta-feira, 8 de julho de 2009

arte primordial

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(...) na realidade, isso é o que fazemos todos, reordenar e reinventar constantemente nosso passado, a narração de nossa biografia. Alguns crêem que a música é a arte mais básica e que, desde o princípio dos tempos e a primeira caverna habitada pelo ser humano, houve uma criatura que bateu palmas ou golpeou duas pedras uma contra a outra para criar ritmo. Mas estou convencida de que a arte primordial é a arte narrativa, porque, para poder ser, nós humanos temos previamente de contar. A identidade não é mais que o relato que nós nos fazemos de nós mesmos."


Trecho do livro A Filha do Canibal, da espanhola Rosa Montero.

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