domingo, 8 de janeiro de 2012

I wanna go :: Burning Man

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Based on Dr. Seuss's final book before his death, this is a story about life's ups and downs, told by the people of Burning Man 2011.

Directed by:
Teddy Saunders (www.tedshots.com)
Parker Howell (www.parkerhowell.com)
William Walsh (www.wbwalsh.com)
Produced and Edited by Teddy Saunders
Digital Effects and Color by Parker Howell
Original Score By Darius Holbert
Sound Mix by Tyler Payne
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sábado, 16 de julho de 2011

sexta-feira, 10 de junho de 2011

ela tem um amante

Tomo a liberdade de reproduzir aqui um texto do querido Xico Sá, escritor de mão cheia e cabeça tranquila. rs

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26/06/2011

Ela tem um amante. Que fazer?

Domingo, como bem sabemos, é dia de consultório sentimental nesta mística tenda.
O leitor aflito me escreve. Quer ajuda, conselhos, alguma consolação, ombro, ouvidos... Invoco a Miss Corações Solitários que costuma fazer morada nesta pobre caveira envelhecida em barris de bálsamo.
Não posso deixá-lo a mascar o jiló do abandono. Está desconsolado, como o Sizenando de Rubem Braga, que viu a amada cair nos braços de um playboy. Um idiota que não sabia sequer uma palavra de esperanto.
A vida é triste, Sizenando, como soprou-lhe o cronista.
Com Amaro, chamemos assim o nosso personagem, não foi diferente.
Quis o destino parafusar-lhe objetos pontiagudos à testa.
Sim, ela tem um amante. Daqueles amantes que se encontram à tarde, num intervalo qualquer, no recreio da vida chata.
Nem foi preciso contratar o detive particular, conta-me o nosso Amaro. Ele mesmo fez as vezes de cão farejador de sua própria desgraça.
Que fazer?, indaga, num email no qual até a arroba bóia em poças de lágrimas.
Mato o desgraçado?
Tiro a vida da desalmada?
Vou-me embora pra Tegucigalpa?
Salto mortal da ponte Buarque de Macedo?
Um trágico, esse rapaz. Como os de antigamente. Amaro é do tempo em que os homens coravam. Ainda tenho vergonha na cara, diz, urrando vaidadades e orgulhos.
Sossega, Amaro.
O melhor que fazes, respondi ao marido em fúria, é sumir por uns dias, inventar uma viagem, e dar todo tempo do mundo ao infeliz desse amante.
Banalizar o amante, meu caro e bom Amaro.
Entendeste?
Deixar que eles durmam e acordem juntos por vários dias seguidos. Que tenham seus problemas, que percam o luxo dos encontros fortuitos e vespertinos, que se esbaldem.
É necessário deixar a Bovary sentir o bafo matinal da rotina.
A vida dos amantes dura porque eles só vivem as surpresas e valorizam cada minuto do relógio que põem sobre a cabeceira daquele motel barato.
Nada mais cruel para o amante da tua mulher que presenteá-lo com o pão-com-manteiga do dia-a-dia. A rotina é o cavalo de tróia do amor.
Amaro, nada de violência ou besteiras desse naipe.
 Ao amante, todas as chances do mundo. Ao amante aquela D.R., a famosa discussão de relação, em plena TPM.
Um amante nunca sabe o que venha ser uma mulher sob o domínio da TPM. Ela faz questão de reservar todos os direitos desse ciclo ao pobre marido.
Ao amante, Amaro, a tapioca fria e sem recheio da rotina do calendário.
Ao amante, Amaro, a falta de assunto.
Ao amante, os cabelos revoltos da mulher, naqueles dias em que nem mesmo ela se agüenta ou encara o espelho. Naqueles dias em que os cabelos brigam com as leis do cosmo e não há pente ou diabo que dê jeito.
Some, Amaro, depois me conta.
Escrito por Xico Sá às 10h46
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Quer ler mais? passa aqui

domingo, 5 de junho de 2011

proyecto porno

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http://proyectopornoporsi.wordpress.com

parcerias em pensamento
encontradas



Tati Rabelo, obrigada siempre, companheira!
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sexta-feira, 27 de maio de 2011

vibe do dia

ma é muita classe
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acho que tenho um tesão reprimido pelo Sinatra.