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Mostrando postagens com marcador armário. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
a banda mais bonita da cidade
vídeo que bombou na internet e, em uma semana, teve mais de 1 milhão de acessos.
pra mim, mais que a música, me encanta o plano sequência e a locação, um casarão lindo!
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pra mim, mais que a música, me encanta o plano sequência e a locação, um casarão lindo!
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
o tempo poético da digestão de imagem
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gravado a 720p 60fps
“Time Warp” no After Effects > passar de 60fps para 1000fps (demora dias para renderizar)
A vantagem deste Time Warp em relação ao “Twixtor” é que ele já vem com o After Effects.
câmera: Canon 7D
lentes:
- Canon 70-200mm 2.8
- Canon 100-400mm F/4/5.6
extensor para lentes: Canon 2X III (400mm para 800mm)
....................................................................................................................................................
Experience Human Flight from Betty Wants In on Vimeo.
Experience Human Flight with the Melbourne Skydive Centre.
melbourneskydivecentre.com.au/
In February 2011, the five times world champions Fred Fugen and Vince Reffett from Soul Flyers were invited to Melbourne to provide advanced 3D coaching to some of Australia's leading Skydive athlete talent.
Shot on a GoPro
Produced: "Betty Wants In"
bettywantsin.com
facebook.com/Bettywantsin
Music: "She is" - Salieri Music Inc
itunes.apple.com/ca/album/she-is-from-experience-human/id433729395?i=433729430
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gravado a 720p 60fps
“Time Warp” no After Effects > passar de 60fps para 1000fps (demora dias para renderizar)
A vantagem deste Time Warp em relação ao “Twixtor” é que ele já vem com o After Effects.
câmera: Canon 7D
lentes:
- Canon 70-200mm 2.8
- Canon 100-400mm F/4/5.6
extensor para lentes: Canon 2X III (400mm para 800mm)
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Experience Human Flight from Betty Wants In on Vimeo.
Experience Human Flight with the Melbourne Skydive Centre.
melbourneskydivecentre.com.au/
In February 2011, the five times world champions Fred Fugen and Vince Reffett from Soul Flyers were invited to Melbourne to provide advanced 3D coaching to some of Australia's leading Skydive athlete talent.
Shot on a GoPro
Produced: "Betty Wants In"
bettywantsin.com
facebook.com/Bettywantsin
Music: "She is" - Salieri Music Inc
itunes.apple.com/ca/album/she-is-from-experience-human/id433729395?i=433729430
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sexta-feira, 18 de março de 2011
escrevo com o corpo
Marcinha, você abriu uma porta em mim.
Melhor crônica dos últimos tempos.
+ aqui: http://marciasavinocronicas.wordpress.com
Escrevo com o corpo, digo. O que falo, falo sobre o corpo. É no corpo que encontro o que escrevo aqui. Vivo de observar, embora de que adiante isso? Não há o que adiantar ou não, eu não sou relógio.
Alinhavo os temas segundo uma lógica que não se explica. Eu não sei por que se fala de tudo e de nada. Venho de um Cuiabá de garimpos e de ruelas entortadas… Saberia eu dizer por que escrevi este verso que nem é meu? Saberia eu dizer por que venho de um Cuiabá de garimpos e de ruelas entortadas, se nem venho? Se nunca estive em Cuiabá? Se não sei o que se quis dizer com vielas entortadas?
E, no entanto… e, no entanto, este verso me aparece assim – do nada, como gosta de dizer meu filho – enquanto rabisco um tema para minha necessidade de escrever. Gosto de dizer poemas. E no mês passado revi alguns poetas. Reencontrei meu último literário amor, Manoel de Barros. Cacei, cacei, mas não achei seu livro principal para mim, o das Ignorãças. E desde então, já há semanas, saio dizendo por aí que venho de um Cuiabá de garimpos e de ruelas entortadas…
Preciso explicar o que isto significa. É preciso dizer que este verso inicial vem me assaltando docemente a consciência há dias e dias. É preciso dizer que durante todo esse tempo não achei o livro ou o poema e, enquanto isso… enquanto isso, várias vezes recitei para fora ou para dentro, a frase de abertura da bela poesia. E olha que sei perfeitamente que não venho de Cuiabá de garimpos e afirmo que, nem mesmo depois de tanto pensar no poema, descobri exatamente o que seriam as tais vielas encorpadas. Paralelo algum consegui traçar comigo.
Ainda assim, continuei a clamar em ouvidos amigos o que não é verdade ou mentira: que de vielas entortadas que não conheço venho. Neste domingo preciso em que escrevo, encontrei o livro onde já o havia procurado e, com ele, as ignorãças de Manoel. Era a oportunidade para dizer o poema inteiro com toda ênfase. Mas, há um par de horas, na cozinha, eu não consegui dizer – apropriadamente e em voz alta – o poema inteiro que se abre com este verso. Embora ele estivesse todo ali no livro, eu não achava o verso em mim.
Então, subo e cochilo e levanto e me sento para escrever e, enquanto busco as palavras em meu corpo, salta-me o verso para as mãos, sem sequer me passar pelo pensamento. Quando vi, o tinha escrito, lá no início desta prosa. É como se eu o dissesse em voz alta, ainda sem saber por quê. É caprichosa, a crônica. Gerada em meio ao barulho, ao burburinho cotidiano, exige o silêncio absoluto da alma para dar o ar da sua graça ao pobre escritor que passa a vida desejando esse momento mágico de silêncio.
Eu não escrevo crônicas sobre nada. Eu sinto a crônica nascer no miolo de mim e escrevo. Só sei e só acho bonito fazer assim. Há um outro verso de Manoel, que diz: a voz de um cantador tem que chegar a traste para ter grandezas. Talvez. Talvez, sim.
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Melhor crônica dos últimos tempos.
+ aqui: http://marciasavinocronicas.wordpress.com
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Escrevo com o corpo
Escrevo com o corpo, digo. O que falo, falo sobre o corpo. É no corpo que encontro o que escrevo aqui. Vivo de observar, embora de que adiante isso? Não há o que adiantar ou não, eu não sou relógio.
Alinhavo os temas segundo uma lógica que não se explica. Eu não sei por que se fala de tudo e de nada. Venho de um Cuiabá de garimpos e de ruelas entortadas… Saberia eu dizer por que escrevi este verso que nem é meu? Saberia eu dizer por que venho de um Cuiabá de garimpos e de ruelas entortadas, se nem venho? Se nunca estive em Cuiabá? Se não sei o que se quis dizer com vielas entortadas?
E, no entanto… e, no entanto, este verso me aparece assim – do nada, como gosta de dizer meu filho – enquanto rabisco um tema para minha necessidade de escrever. Gosto de dizer poemas. E no mês passado revi alguns poetas. Reencontrei meu último literário amor, Manoel de Barros. Cacei, cacei, mas não achei seu livro principal para mim, o das Ignorãças. E desde então, já há semanas, saio dizendo por aí que venho de um Cuiabá de garimpos e de ruelas entortadas…
Preciso explicar o que isto significa. É preciso dizer que este verso inicial vem me assaltando docemente a consciência há dias e dias. É preciso dizer que durante todo esse tempo não achei o livro ou o poema e, enquanto isso… enquanto isso, várias vezes recitei para fora ou para dentro, a frase de abertura da bela poesia. E olha que sei perfeitamente que não venho de Cuiabá de garimpos e afirmo que, nem mesmo depois de tanto pensar no poema, descobri exatamente o que seriam as tais vielas encorpadas. Paralelo algum consegui traçar comigo.
Ainda assim, continuei a clamar em ouvidos amigos o que não é verdade ou mentira: que de vielas entortadas que não conheço venho. Neste domingo preciso em que escrevo, encontrei o livro onde já o havia procurado e, com ele, as ignorãças de Manoel. Era a oportunidade para dizer o poema inteiro com toda ênfase. Mas, há um par de horas, na cozinha, eu não consegui dizer – apropriadamente e em voz alta – o poema inteiro que se abre com este verso. Embora ele estivesse todo ali no livro, eu não achava o verso em mim.
Então, subo e cochilo e levanto e me sento para escrever e, enquanto busco as palavras em meu corpo, salta-me o verso para as mãos, sem sequer me passar pelo pensamento. Quando vi, o tinha escrito, lá no início desta prosa. É como se eu o dissesse em voz alta, ainda sem saber por quê. É caprichosa, a crônica. Gerada em meio ao barulho, ao burburinho cotidiano, exige o silêncio absoluto da alma para dar o ar da sua graça ao pobre escritor que passa a vida desejando esse momento mágico de silêncio.
Eu não escrevo crônicas sobre nada. Eu sinto a crônica nascer no miolo de mim e escrevo. Só sei e só acho bonito fazer assim. Há um outro verso de Manoel, que diz: a voz de um cantador tem que chegar a traste para ter grandezas. Talvez. Talvez, sim.
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
eu quero
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This is the PEN Story in stop motion. They shot 60.000 pictures, developed 9.600 prints and shot over 1.800 pictures again. No post production!
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
painting
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I love to paint
but I don't know why I don't paint my bedroom,
my kitchen, my walls, my life...
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I love to paint
but I don't know why I don't paint my bedroom,
my kitchen, my walls, my life...
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quarta-feira, 2 de junho de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
converse
One of forty original art and video shorts for the pan-Latin American audience.
Agency: La Comunidad
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Agency: La Comunidad
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